Saiba como economizar na compra de moeda estrangeira

Qual usar? Quanto levar? Quando e onde comprar? Qualquer economia já ajuda, não é? Então separamos algumas dicas para facilitar na preparação de sua viagem e fazer com que o seu dinheiro seja mais valorizado.

A melhor opção é ter calma e ir comprando a moeda aos poucos e, em pequenas quantias, principalmente se a viagem ainda estiver longe, e não se esqueça de acompanhar a cotação do dia. Evite comprar tudo de uma vez, pois pode não ser tão vantajoso.

É sempre bom pesquisar casas de câmbio e comparar os preços. Desta forma, você encontrará o melhor valor. Existem várias plataformas online que podem te ajudar, mas o site Melhor Câmbio é o mais popular e concentra várias agências de câmbio.

Nele, você indica a sua cidade, a moeda desejada, a quantia e faz a oferta em reais, dentro da cotação mínima limitada pelo sistema – que pode vaiar dependendo da quantia desejada pelo comprador, sendo mais baixa para valores mais altos. O valor já inclui o IOF e taxas adicionais.

Imagem Reprodução
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A seguir, você é procurado pela casa de câmbio interessada e fecha ou não o negócio. O câmbio pode ser feito na forma de papel moeda ou cartão pré-pago.

O site lista as seguintes moedas estrangeiras:

  • Dólar americano
  • Euro
  • Libra
  • Dólar australiano
  • Dólar canadense
  • Franco suíço
  • Iene
  • Peso chileno
  • Peso argentino

Em cidades como São Paulo, que têm mais empresas cadastradas no site, os valores são bem atrativos.

Uma outra opção legal é juntar mais pessoas interessadas naquela moeda  fazer a compra em conjunto. Pois, como falei, a compra de moeda em grande quantidade costuma resultar em taxas menores das casas de câmbio. Desta forma, todos ganham!

Evite comprar moedas que tenham pouca circulação no Brasil. Aposte nas moedas fortes, como dólar, euro e libra. Se você precisa de ienes para uma viagem ao Japão, por exemplo, seus reais poderão render mais se comprar dólares americanos por aqui e converter quando chegar ao destino final. Como o dólar tem mais saída no Brasil, as casas de câmbio nacionais conseguem comprá-lo e vendê-lo por um valor que compensa mais para o consumidor do que moedas mais exóticas, que vendem pouco. Mesmo tendo que fazer a conversão duas vezes e ser taxado duplamente, há grandes chances dessa manobra compensar financeiramente.

Outra dica é evitar trocar dinheiro em casas de câmbio nos aeroportos, pois essas lojas geralmente cobram um valor maior pela moeda do que você irá encontrar em casas de câmbio fora do aeroporto. Se você chegar ao destino sem nada do dinheiro local, troque apenas uma pequena quantia no aeroporto e depois procure outra casa de câmbio dentro da cidade.

Também é consenso de que não se deve levar todo o dinheiro da viagem em espécie, por questões de segurança. Para não ficar à mercê das cédulas, balanceie as formas de pagamento no destino entre grana viva e os cartões de crédito e débito, que têm IOF mais alto, mas são mais seguros.

Outra dica importante é saber qual a moeda levar. Para os Estados Unidos, dólar. Euro para a Europa e libra para a Inglaterra. Levar reais para esses destinos, é um erro. Se o nosso dinheiro está valendo pouco aqui, imagine lá fora!

Também não é legal adquirir dólar para ir à Inglaterra e nem euro para os Estados Unidos. Essa situação só é aconselhada para quem já tiver o numerário de uma moeda forte em casa e necessitará fazer apenas um câmbio no destino.

No entanto, em lugares em que a moeda corrente não é tão forte, a diferença entre o valor que a casa de câmbio paga e aquele pela qual ela vende é muito maior do que entre a taxa de compra e venda de uma moeda forte, como o dólar. Por exemplo: o peso colombiano. Quem compra essa moeda aqui, com reais, acaba pagando até 20% mais do que pagaria se comprasse dólares no Brasil e os trocasse por pesos na Colômbia. Portanto, muitas vezes, comprar dólar e fazer dois câmbios, contrariando o senso comum, é o melhor negócio.

Apesar de o dólar manter a primazia de moeda internacional, há exceções à regra: por questões políticas ou geográficas, em certos países a conversão é mais vantajosa com euros do que com dólares. É o caso de Cuba, onde o dólar americano é taxado em pelo menos 10% na conversão para a moeda cubana (CUC), o que não acontece com o euro.

E para não ficar refém de levantamentos do que é melhor ou não levar, aprenda a fazer as contas. Compare, por exemplo, a quantia que R$ 1.000 compram. Se a diferença entre as cotações for ínfima, prefira levar a moeda local, para não ter trabalho no destino, depois o dólar, sempre uma moeda forte, e, por último, o real.

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Acredito que qualquer pessoa tem a capacidade de realizar seus sonhos. Para isso, é preciso buscar informação e orientação. Esse é o meu foco principal. Ajudar os que procuram, através da capacitação, o seu desenvolvimento profissional e empresarial para alcançar os seus objetivos.

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